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quinta-feira, 9 de setembro de 2010.

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Notas Técnicas
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Notas Técnicas

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COLD START RAIL

Coletor de menor peso para injeção de combustível para partida a frio.

COMMON RAIL

Sistema de injeção de combustível que utiliza um duto único onde o combustível é armazenado sob pressão para ser distribuído para as unidades injetoras. Sua principal característica é o fato da produção de pressão de combustível e sua injeção serem desacopladas. A pressão de injeção é produzida conforme a rotação do motor e do volume de débito. Com isso, o combustível está sempre pronto no rail (duto único) para injeção.

COMPONENTES PARA EIXO TRASEIRO

  Figura de componentes para eixos traseiros:

  

  

Descrição do Item

 1

 Coroa e Pinhão

 2

 Caixa Satélite

 3

 Planetária

 4

 Satélite

 5

 Cruzeta

 6

 Reparo Completo

 7

 Semi Eixo

CRITÉRIOS APLICADOS NA DETERMINAÇÃO DAS CURVAS DE SUCATEAMENTO

A Marknet considera 26 curvas de sucateamento, de 5 a 30 anos. Os princípios são da curva de Gauss (distribuição de frequência), com coeficientes de simetra e assimetria de Fisher (modelos mesocúrtica, leptocúrtica ou platicurtica), que variam de acordo com cada tipo de veículo e sua respectiva forma de aplicação e uso.

A Marknet também aplica critérios específicos para definir as curvas para cada montadora de veículo. Desta forma, montadoras mais expressivas em volumes de vendas e com maior rede de concessionárias para atendimento técnico, permitem que seus veículos conquistem maior cofiabilidade entre os usuários e consumidores e, com isso, conseguem ampliação da vida útil de seus modelos em relação a outros concorrentes.

O maior volume de vendas das unidades por marcas também contribui para elevação do interesse do mercado independente de reposição automotiva, o que contribui para facilitação na localização de autopeças, auxiliando explicar a utilização deste critério pela Marknet.

TABELA DE LOCALIZAÇÃO DE CURVAS DE SUCATEAMENTO POR SEGMENTO E TAMANHO

SEGMENTO

PEQUENO

MÉDIO

GRANDE

AUTOMÓVEL

16 a 18 anos

19 a 20 anos

21 a 24 anos

COMERCIAL LEVE

16 a 18 anos

20 anos

21 a 24 anos

CAMINHÕES

20 anos

24 a 26 anos

27 a 28 anos

ÔNIBUS

 16 anos

18 a 20 anos

21 a 22 anos

TRATORES

20 anos

22 anos

24 anos

COLHEITADEIRAS  

 

26 a 28 anos

MOTOS

5 a 8 anos

9 a 12 anos

18 a 24 anos

Classificação:

TRATORES                                                                                MOTOS

Até 50cv                      Pequeno                                               Até 90cc                    Pequena

De 51cv até 99cv        Médio                                                   De 90cc a 250cc     Média

Acima de 100cv          Grande                                                  Acima de 250cc      Grande

CRONOLOGIA - Motores Eletrônicos Caminhões

Cronologia da Legislação

Euro I
Começou a ser exigida em 1 de janeiro de 1996, onde grande parte dos motores passou a ser pós-arrefecido.

Euro II
Começou a ser exigida a partir de 1 de janeiro de 2000, onde os fabricantes de motores tomaram ações quanto à câmara de combustão e dutos de admissão e escapamento, quanto ao sistema de injeção e, em vários casos, quanto a já mencionada adoção de pós-arrefecimento do ar de admissão do motor para diminuir a temperatura de entrada de ar no motor e reduzir a emissão de Nox.

Euro III
Começou a ser exigido em 2005, onde 40% dos veículos diesel tiveram que cumprir as limitações de emissões e ruídos e em 1 de janeiro de 2006, esse percentual passou a 100% dos veículos. Para atender a Euro III, os fabricantes de motores e veículos recorreram a sistemas de gerenciamento eletrônico e sistemas "Common Rail", entre outros, para atendimento dos limites máximos de emissões.

DAH - Overhead Cam Direct Acting

Comando de válvulas no cabeçote de ação direta.

DOHC - Double Overhead Camshaft

Comando de válvulas duplo no cabeçote.

EFI - Eletronic Fuel Injection

Injeção eletrônica de combustível.

FFV Flexible Fuel Vehicles

O carro flexível em combustível, ou simplesmente flex, nasceu nos Estados Unidos bem no começo dos anos 1990. O motivo de os americanos partirem para essa solução, a de poderem abastecer seus carros com etanol (álcool etílico) em vez de gasolina, foi a necessidade de redução da enorme dependência de importação do petróleo dos países do oriente médio, constantemente em conflito. Essa dependência, que atualmente já passa de 50%, para um país que consome mais de 550 bilhões de litros de gasolina por ano, é extremamente preocupante e de interesse estratégico.
Os principais fabricantes de lá passaram a oferecer veículos que chamaram de flexible-fuel vehicles (FFV), capazes de rodar tanto com gasolina quanto com etanol contendo 15% de gasolina. Esse etanol é comercializado com o nome de E85, justamente por ser composto de 85% de etanol e 15% de gasolina. O grande problema do E85 é não estar disponível nacionalmente nos EUA e o número de postos que vende o combustível ser ainda muito pequeno, mal passando de 1.200, um número ínfimo se comparado aos 170.000 postos daquele país.

Carros flex não devem ser chamados de "bicombustíveis", como se ouve bastante, uma vez que tanto a gasolina quanto o E85 são colocados no mesmo tanque. Só é bicombustível, por exemplo, um automóvel alimentado por gasolina e por outro combustível, como gás natural veicular, por exemplo, em que cada combustível tem seu próprio reservatório de armazenamento no veículo.

Figuras de veículos classificadas por segmentos.

Figuras de veículos classificados por segmentos:

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